Psicoterapia para Crianças e Adolescentes
Acolhimento Especializado de 9 a 17 anos | São Paulo e Online
A terapia com crianças e adolescentes depende dessa tríade: confiança do filho, transparência dos pais e sigilo da psicóloga. Muitas vezes, a criança chega ao consultório achando que está ali porque "fez algo errado" ou porque será "vigiada". É papel de todos nós desconstruir esse medo.
Crescer envolve enfrentar um turbilhão de mudanças físicas, sociais e emocionais. Muitas vezes, o que parece ser apenas "fase" ou "rebeldia" é, na verdade, um pedido de ajuda para lidar com ansiedades, inseguranças e a busca pela própria identidade.
Como funciona o acompanhamento?
O trabalho da Psicóloga Maristela Vallim Botari foca na construção de um vínculo de confiança absoluta. Para a criança e o adolescente, o consultório é um território neutro, livre de cobranças ou julgamentos familiares.
Muitas vezes, a criança ou o adolescente não entende exatamente por que está vindo à terapia. Por isso, é essencial que os pais apresentem esse momento como algo positivo — um presente, um lugar só deles para conversar, brincar e desabafar, e não como um castigo ou uma correção.
Para que o processo funcione, o jovem precisa saber que a psicóloga não contará nada do que for dito nas sessões para os pais.
A criança pode falar absolutamente tudo; é o seu espaço de liberdade total. O que acontece lá dentro fica entre nós, garantindo que o paciente se sinta seguro.
O que pode ser falado na terapia? Absolutamente tudo.
Muitas vezes, os jovens guardam para si pequenos pesos que, com o tempo, se tornam gigantes.
No consultório, não existe assunto proibido ou "sem importância". A criança e o adolescente têm total liberdade para falar sobre:
Conflitos do dia a dia: Aquela briga boba com o melhor amigo que deixou um aperto no peito.
Desafios escolares: A sensação de que um professor é autoritário demais ou a dificuldade em lidar com as cobranças.
O mundo digital: O impacto de um comentário nas redes sociais ou situações de bullying que machucam em silêncio.
A relação em casa: Aqueles momentos em que é difícil entender os pais ou se sentir compreendido por eles.
Até as "pequenas" tristezas: O desânimo porque o time de coração perdeu ou porque um plano de fim de semana não deu certo.
O recado para o jovem é claro: Se isso mexe com você, então é importante para mim. Não existem "besteiras" aqui, apenas a sua vida e a sua voz sendo valorizadas.
Eixos do Tratamento:
- ● Ambiente Lúdico e Seguro: Uso de recursos que facilitam a expressão de quem ainda está aprendendo a nomear o que sente.
- ● Foco na Autoestima: Fortalecimento da identidade diante das pressões sociais e digitais.
- ● Manejo de Ansiedade: Estratégias práticas para lidar com o estresse de provas, amizades e mudanças no corpo.
- ● Orientação Parental: Encontros periódicos com os pais para alinhar o suporte familiar, respeitando o sigilo do paciente jovem.
Atendimento em São Paulo (Av. Paulista)
Psicóloga Maristela Vallim Botari - CRP-SP 06-121677
Terapia Cognitivo-Comportamental.
Acolhimento Humanizado
Consultório próximo ao Metrô Consolação.
